#10 – Você está mais preocupado em fazer as coisas direito ou só quer fazer as coisas certas?

 

 

Estou em um momento mais reflexiva da minha existência e isso está me fazendo pensar mais sobre as minhas escolhas e sobre o rumo que tomei e quero tomar na vida. Eu fico muito preocupada em fazer as coisas direito. E isso constantemente se vira contra mim porque eu nunca acho que estou pronta para fazer algo. Sempre penso que não vou conseguir fazer as coisas direito e acabo paralisada. Acho que eu quero fazer as coisas certas, direito. É isso. Essas perguntas dão bug na nossa cabeça!

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Checklist de junho

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Chegamos ao mês de junho (um dos meus preferidos, diga-se de passagem): mês das festas juninas, do ventinho frio a noite (na minha cidade não tem muito inverno) e de comer aqueles caldinhos que aquecem o coração.

É aquele mês também do desespero de ver que o primeiro semestre está se despedindo e os objetivos ainda estão agarrados. Mas, nunca é tarde para começar a seguir as metas e ir em frente. Vamos ao checklist de junho:

  • Revisar como foi o seu ano até junho (meu deus! Passa muito rápido!);
  • Pensar no que irei fazer no segundo semestre;
  • Preparar um caldo verde;
  • Ir a uma festa junina;
  • Fazer um faxinão na casa;
  • Assistir um filme diferentão;
  • Organizar a despensa;
  • Escrever mais sobre a minha pesquisa;
  • Organizar os arquivos bagunçados na pasta “organizar” na área de trabalho.

Comidinhas da semana: receitas veganas e vegetarianas

Não, não sou a mais nova adepta do veganismo. O cheirinho do churrasco e a linguicinha torradinha ainda não me permitiram evoluir a este ponto. O lado bom é que eu nunca fui muito de comer carne. O meu dia a dia não tem a presença constante dela e é sempre bom a gente evitar o consumo excessivo porque nada em excesso é bom. Por isso, separei cinco receitinhas tanto veganas quanto vegetarianas para a gente aprender a diversificar a nossa alimentação.

O dia que Helio Gurovitz tirou o Diogo Mainardi do posto de mais odiado do meu coração.

A única coisa que temos certeza é que o Brasil está um caos. Isso não temos como negar. As filas gigantes nos postos de gasolina, a banana custando quinze reais e a alface à cinco temers estão aí para sinalizar que sim, há algo de muito errado no paraíso.

Não sou formada em economia, não estudei no MIT (umas das minhas metas de vida), não são especialista em ciências políticas e não possuo uma carreira sólida na comunicação. Eu sou a Morena. Só Morena. E mesmo sendo leiga em política e economia, eu tenho um pouco de noção e consigo mensurar os impactos que essa greve está causando no Brasil. E tentando entender melhor essa turbulência toda, me deparei com uma coluna do Helio Gurovitz, no G1, entitulada “A chantagem dos caminhoneiros“.

Basicamente, este senhor criticou em claras palavras o presidente Temer, o presidente da Petrobrás e todos os que, nas palavras dele, “se vergaram perante a pressão dos caminhoneiros“. E afirma que os grevistas estão incentivando as “outras categorias a adotar a estratégia da confusão“. E ainda não satisfeito, diz que “Em nenhum lugar do mundo, corporações organizadas têm pruridos em tentar submeter o país a suas vontades. Mineiros britânicos enfrentaram durante anos o governo de Margaret Thacther na década de 1980. Ela não se dobrou. Ferroviários enfrentam ainda hoje as reformas do governo Emmanuel Macron na França, com paralisações periódicas. Até agora, ele não se dobrou.

Essa declaração foi o basta para ele conseguir tomar o lugar, antes ocupado pelo Diogo Mainardi,  de mais odiado no meu coração.

Ele ainda diz que “Pouco importa que os preços sejam, segundo a teoria econômica, a forma mais eficaz de regular oferta e demanda – a alta envia a compradores o sinal de que é necessário reduzir o consumo e evita a escassez“. Mas será que essas teorias econômicas funcionam nesse país em que milhões e milhões são desviados todos os anos? E por que nós, o povo, temos que aceitar que somos a parte mais fraca da corrente e deixar com que façam o que quiser com nosso bolso?

Eu não sei se a greve dos caminhoneiros não está articulada com outros interesses. É sempre bom a gente ficar, como diz o ditado, com um olho na missa e outro no padre. Mas, sei de uma coisa: que ela é um ótimo exemplo para mostrar como as profissões de base tem o poder na mão, mas são conduzidos a pensar que não são fortes. E quando alguns se mobilizam para mostrar o poder que eles tem, me vem esse tipo de gente para rotulá-los de chantagistas, baderneiros e mais uma série de coisas. Isso também não é tão estranho, já que quem está em cima precisa anular quem está embaixo. Vai que eles se esclarecem, não é mesmo?

Mas, como disse o senhor Gurovitz, “a vitória dos caminhoneiros só transmite um recado às categorias que tem poder de gerar confusão: de que com essa turma que está no governo a chantagem funciona”.

Se reclamar de todos os abusos que o Governo comete com a população é chantagem, então ok. Que o povo faça cada vez mais chantagem.

Tendência de inverno: xadrez príncipe de gales

O inverno está chegando e junto com ele, o xadrez. Mas, a tendência desse inverno continua focada no retorno dos anos 90, trazendo a padronagem Príncipe de Gales, super em alta na época. Amplamente utilizada nas roupas de alfaiaria, ela nunca saiu de moda, estando presente nas peças clássicas do guarda-roupa masculino e no feminino.

Se originou lá na Escócia, quando a chamada Condessa Seafild, desejou que seus guarda-caças (me lembra Harry Potter) usassem roupas com padronagem específica. E após o Príncipe de Gales começar a utilizá-la também, a padronagem começou a ser bastante difundida.

Abaixo, algumas inspirações de composições, que perdem a seriedade (normalmente presentes nas peças) ao serem inseridas peças jeans e acessórios coloridos. 

Para quem tem medo de errar, misturar esse tipo de xadrez com branco e preto sempre uma boa opção, deixando o visual minimalista e arrumado. 

Esse tipo de roupa é um ótimo investimento por ter um tempo de vida muito maior, por ser atemporal. 

Quem aí já garantiu a sua?

 

 

Sobre consumo e não ter muitos esmaltes

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Há pouco tempo atrás eu era aquele tipo de pessoa que tinha uma maletinha com mais de 100 vidrinhos de esmaltes de todas as cores e texturas. Fazia uma verdadeira coleção e toda vez que ia na farmácia, eu saia com um vidrinho novo. Até que um dia, fazendo minhas unhas no salão que sempre frequento, a manicure perguntou qual a cor que eu gostaria de passar. Eu respondi, e ele disse: Você é engraçada, usa sempre as mesmas cores, né? 

E foi aí que comecei a prestar atenção no meu costume e realmente percebi que tinha mais de 100 vidrinhos de esmaltes (de todas as cores possíveis), mas eu só utilizava poucas cores. Foi então que desapeguei de 90% deles.

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Como podem ver nas fotos, atualmente eu mantenho somente as cores que mais uso, que são basicamente os tons de vermelho, rosa queimado e nude. Às vezes, lanço mão de uma francesinha e um pretinho. Mas, na maior parte do tempo, eu uso esses da foto mesmo. É muito legal quando você começa a se encontrar, se conhecer e ver o processo de descoberta do estilo pessoal. 

Os meus esmaltes favoritos, são de longe o da Vult. Eles duram horrores, tem as cores muito bonitas e não ficam falhados. 

Muitas vezes a gente quer fazer grandes mudanças na nossa relação de consumo e esquecemos que as pequenas mudanças são tão importante quanto as grandes. A busca por uma vida voltada para o que é essencial é construída a partir de pequenas modificações no dia a dia.

E vocês? Já mudaram um hábito de consumo ou já se percebeu consumindo algo que não condiz com os seus estilos?