Flat lays, seus lindos!

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Hoje vou falar sobre uma coisa que eu já conhecia, mas não sabia que tinha esse nome, que é o flat lay! Eu como uma pessoa que gosta de organização, sempre achei lindo aquelas fotos no Instagram, todas organizadinhas lado a lado (tenho até algumas fotos assim no meu feed), mas nem sabia que essa técnica tinha um nome.

Para quem não sabe, o flat lay é uma técnica de fotografia, na qual se faz composições em que objetos ficam alinhados em uma superfície plana e registra-se através de uma foto aérea (de cima para baixo), o que valoriza bastante as peças presentes. 

Eu acho muito lindo esse tipo de foto e até me arrisco a fazer algumas composições:

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Uma pessoa que tem um insta lindo de viver com flat lays é a Flávia Desgranges, do Fashion Coolture. Ela possui um insta só disso, o @coolflatlays. Vale à pena a visita! Várias fotos mais lindas e elaboradas que a outra. Escolhi uma para colocar aqui no blog:

Gostaram? Quem aí conhecia a técnica pelo nome? Gostam desse tipo de estética? Comentem!

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Como começar a consumir de forma consciente.

Ultimamente venho pensando muito nas questões ambientais. Mais precisamente em moda sustentável, slow fashion e em consumo consciente. Cada vez mais estamos num processo de consumismo desenfreado e ando tentando lutar contra essa necessidade de compras já a algum tempo.

Nunca fui dessas mulheres que compram por impulso ou que compram alguma peça e depois deixa encalhada num canto. Normalmente penso muito antes de comprar uma roupa ou um sapato. Mas, desde 2015 tenho me podado mais nas compras. Fiquei quase um ano sem comprar roupas novas e realmente só fui comprar peças novas quando estava me preparando para ir para o Canadá em junho. A minha demissão ano passado colaborou mais ainda para as compras conscientes (estamos em crise e precisamos economizar, né gente?).

Eu sempre me faço uns questionamentos antes de comprar algum objeto que me chamou atenção por algum motivo. Sempre dá certo e garanto que se você começar a fazer esses questionamentos, logo, logo irá ver como estará economizando e de quebra dando uma força para o meio ambiente! Vamos aos questionamentos:

Eu REALMENTE preciso disso?

Eu POSSO ganhar isso?

Eu quero comprar isso para FAZER PARTE de algum grupo social ou porque eu QUERO?

Eu QUERO comprar isso de verdade ou só quero porque está TODO MUNDO USANDO?

Você acha que essa compra traz algum impacto no planeta?

Se depois que você responder essas três perguntas, você ainda quiser comprar o objeto de desejo, vá em frente. Com o tempo você verá que a maioria dos seus desejos é puro desejo impulsivo e vai perceber que existem coisas muito mais importantes para se gastar, como por exemplo, viagens e comida! 🙂

Primeiras memórias

Esses dias me peguei tentando lembrar qual foi a minha primeira memória. Busquei lá dos confins da minha mente e me deparei com várias mini memórias da minha primeira infância. São lembranças de quando eu morava em uma casa (vivi lá até meus 5 anos). Lembrei de um gato preto de olhos claros em cima do telhado, olhando para mim, lembrei de uma minhoquinha verde que cruzava o chão da garagem e eu ia acompanhando, lembrei da minha cachorra (Joplin, em homenagem à cantora) latindo para mim e eu  morrendo de medo dela… Lembrei de uma babá que me fazia medo… lembrei de uma cena específica em que minha mãe me deitou no sofá, me deu um ventilador desmontado que eu adorava ficar mexendo e foi para a cozinha fazer angú doce para mim enquanto via o Programa do Bolinha (e acho que essa é a minha lembrança mais antiga).

Fazer esse exercício foi bem interessante, pois me fez retomar uma fase muito gostosa que é a nossa primeira infância. E me fez perceber o quanto de coisas que ainda consigo me lembrar. Atualmente estamos tão desconectados de nós mesmos que deixamos passar muitas coisas do nosso dia-a-dia. Fico me perguntando se no futuro eu lembrarei de pequenos momentos vividos na juventude. Cada dia mais vejo em mim uma necessidade de se desconectar do mundo e me conectar mais comigo mesma.

E vocês? Qual a sua mais antiga lembrança?

#BEDA.02 – Checklist de agosto 2017

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Agosto chegou gente! O mês que tem 365 dias e seis horas! Estou mais perto do meu aniversário e isso me deixa animada. O ano está convergindo para o seu final e já está na hora de colocar a mão na massa para concluir alguns objetivos. Está sendo difícil, mas eu posso tentar fazer com que seja bom. E já consegui bastante coisa para colocar na lista da gratidão de 2017.

Mas, chega de delongas e vamos ao checklist:

  • Revisão dos meus objetivos;
  • Dar conta de todos as atividades da faculdade;
  • Ficar um pouco longe das redes sociais;
  • Cumprir com o cronograma estipulado para os estudos;
  • Conseguir fazer o BEDA;
  • Mandar o iphone para o suporte técnico;
  • Terminar de ler o livro que está em andamento;
  • Revisar a minha planilha de 101 coisas em 1001 dias e traçar metas para ela;

Então é isso! E que agosto seja incrível!

#BEDA.01 – Vai ter sim! E no susto!

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Cheguei em casa depois de um longo dia (estudos na faculdade, estudos para concurso e pensamentos sobre o que farei da vida) e percebi que era dia primeiro de agosto! E era exatamente 23h57 quando decidi: vai ter BEDA!

Ah Morena! Mas agora já é dia 02 e não vai dar mais para fazer!”. Então só digo uma coisa (às 0h21): meu BEDA vai ser assim! Desfalcado e capenga! Vamos ver no que dá! Se vai dar certo, se vou cumprir, se serão posts ruins ou incríveis… eu não sei! Mas, pelo menos será uma forma de eu organizar as idéias e tentar fazer algo diferente.

Até mais tarde! ^_~

#02 – É tendência: veludo!

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Há muito tempo não faço compras por motivos de o-país-está-em-crise-e-não-posso-ficar-gastando-com-bobeiras. Mas, esse detalhe não é um impedimento para eu ficar de olho nas tendências do inverno, e uma das tendências que eu gostei (até certo ponto) foi essa volta do veludo. Achei as composições atuais bem interessantes e até pensei em me permitir comprar uma blusinha de alcinha de veludinho preto para fazer uns looks mais da tendência, mas ainda não tive coragem de gastar com peças de roupas que eu não preciso (já que estou naquela vibe menos é mais). Peguei até algumas inspirações no Lookbook:

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As blusinhas de alcinha com jeans ficam legais, sozinhas ou sobrepostas. Fora o fato de que eu adoro esse tom de rosa queimado.

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As saias também ficam legais, mas acho que não arriscaria usar. Uma peça dessas é bem datada, então não teria muito tempo de vida. A moda vai passar e eu ficarei com esse trambolho encalhado.

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Também achei interessante lançar mão de um mix com colete jeans e camisa, o blazer por cima do vestido e uma peça toda de veludo, como esse vestido da terceira foto. Mas sei lá… essas modas me incomodam porque no fim das contas, as pessoas acabam uniformizadas. Todo mundo igualzinho sem dar espaço para a criatividade.

E vocês? Já aderiram a tendência ou vão deixar passar? Comentem!

O tempo e as realizações

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No próximo dia 25 irá estrear o filme brasileiro chamado Cora Coralina – Todas as Vidas, que conta a história da escritora brasileira que era doceira e publicou o seu primeiro livro aos 75 anos de idade. Fato este, que não a impediu de se tornar uma das autoras mais importantes da literatura brasileira.

Eu gosto da Cora desde criança, e confesso que no começo era porque eu achava o nome dela bonitinho (Cora Coralina). Mas, foi na adolescência que li realmente alguns de seus poemas e achei incrível. Além do fato de ter descoberto que ela publicou seu primeiro livro já bem idosa. Mas Morena, porque você decidiu escrever sobre isso agora?

Ultimamente ando refletindo muito sobre a vida, sobre a questão das realizações e o peso desnecessário que colocamos sobre os nossos ombros dia-a-dia. A minha geração, a tão falada Geração Y, quer tudo para agora: ser gerente aos 25, o primeiro milhão aos 30, casa, carro, viagens, filhos, família… Infelizmente, essa situação “ideal” não se concretiza na maior parte das vezes, transformando as pessoas em seres frustrados e de mal com a vida, com a certeza de que são perdedores e sem importância.

Quanto mais o tempo passa, mais tenho a confirmação de que tudo na vida vem na hora certa e que aquele sentimento de pressa que todos nós temos só serve para frustrar e nos levar para trás. Não adianta realizar só para dar um check na lista da vida. É preciso aproveitar de forma plena, tendo consciência de cada ação e momento. Enxergar os erros e acertos, aprender com os outros, nutrir boas relações e fazer das suas ações uma ferramenta que possa fazer uma real diferença na sua vida e das pessoas ao seu redor. Se a Cora pensasse assim como nós da geração Y, ela hoje teria reconhecimento?