Cabelo colorido não combina com preto?

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Foto: Pinterest

Uma coisa que eu sempre achei legal foi cabelo colorido. Tive meu primeiro contato com cabelos coloridos quando entrei para o IFF (Instituto Federal) aqui da minha cidade para fazer o ensino médio e uma colega de classe pintou o cabelo de azul com papel crepom. Achei o máximo aquilo. Ela era loira, então a cor pegou muito bem e ficou lindo. Lembro que na época pensei: “Meus pais jamais me deixariam pintar o cabelo de azul”. Na verdade, eu jamais pensei em pedir uma coisa dessas, não pela possível resposta negativa, mas por achar que meninas como eu não poderiam usar esse tipo de cor nos cabelos. Para mim, cabelos coloridos só ficavam bonitos em garotas branquinhas e com cabelos lisos. E hoje, refletindo sobre isso, vejo em como a sociedade tira do negro até as coisas mais simples, como pintar o cabelo de forma diferente. Temos sempre que nos contentar com o básico e o discreto.

Hoje, já não posso pintar meus cabelos com cores diferentes se eu quiser continuar na carreira de engenheira (eu sei que aparência não mostra competência, mas infelizmente, o mundo ainda não é desconstruído), mas eu fico tão feliz em ver como a gente não está mais aceitando aquela velha premissa que diz que “negro não combina com isso ou com aquilo”. Negro combina com tudo! Inclusive com cabelos azuis, rosas, cinzas e o que a gente quiser. E por isso, peguei algumas inspirações para quem quer começar a se aventurar pela cores mais alternativas nas madeixas.

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Fotos: Pinterest

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Fotos: Pinterest

Ah! E uma mulher que eu AMO acompanhar e ver em como ela cuida das suas madeixas (mesmo tendo cabelo diferente do dela), é  a Maraisa Fidelis. Ela é uma ótima referência para quem quer começar a cuidar dos cabelos coloridos, principalmente os de tipo 4. Adoro!

E vocês? Gostariam de pintar ou pintam o cabelo de uma cor diferente? E o que acham da questão sobre algumas coisas não combinarem com a cor da pele negra? Comentem!

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Infinistante: três coisas que aprendi lendo “Mostre seu trabalho”

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Pois é! Como se já não bastasse a quantidade de coisa que tenho para fazer (trabalhos da faculdade, procura emprego, projeto de extensão, caçar freelas e relatório de estágio), eu inventei de entrar para um clube de leitura! Mas, não é um clube de leitura qualquer: é o Infinistante. Esse projeto foi criado pela Maki, do Desancorando, pela Mel do Serendipity e pela Loma, do Sernaiotto. Ele consiste em escolher um livro para ler por mês e depois compartilhar as suas impressões sobre ele.

O livro escolhido para fevereiro foi o “Mostre seu trabalho”, do Austin Kleon. Confesso que nunca tinha ouvido falar nele até então. Dei uma fuçadinha na net para saber mais sobre ele e descobri que ele é autor de três livros ilustrados e que ele fala sobre criatividade dentro e fora do mundo digital. Confesso que a minha primeira impressão foi muito boa! Ele apresenta o assunto de forma leve e gostosa de ler. A escrita dele não tem aquele tom de cobrança ou de “tem que fazer isso ou aquilo”. Comparo o livro a um encontro e melhores amigos para tomar um sorvete e colocar a conversa em dia.

Ele mostra muita coisa sobre compartilhamento de ideias e de como vender seu trabalho. Eu linkei muito com a questão do ensinar/aprender, assunto que estudo bastante na graduação (para quem não sabe, faço licenciatura em teatro). Mas sem mais delongas, vamos às três coisas que aprendi lendo “Mostre seu trabalho”

  1. Quanto mais você compartilha, mais aprende. Uma passagem do livro que achei sensacional foi: “Se você examinar a história com atenção, muitas das pessoas que consideramos gênios solitários eram na verdade parte de uma ‘cena onde havia apoio, troca, exibição de trabalhos, cópias, roubo de ideias e contribuições também'”.  Ensinar é uma das melhores formas de aprender algo. Além disso, ouvir o que as pessoas tem a dizer traz um conhecimento muito mais profundo do que se você estivesse trancada dentro do quarto fazendo seu trabalho. Quanto mais a gente compartilha, mais pontos de vistas surgem e mais possibilidades para uma mesma coisa aparecem.
  2. Não focar na chegada e sim na caminhada. As pessoas não querem ver somente um bom trabalho, elas querem aprender junto com você, elas querem se sentir parte da criação. E isso causa nas pessoas uma sensação de pertencimento muito legal.
  3. Compartilhe coisas que agregam alguma coisa. Será que vale à pena sair compartilhando tudo a torto e a direito? Será que não poderíamos mandar para o mundo somente coisas que acrescente algo na vida de alguém? Antes de compartilhar algo, pergunte a si mesmo: Isso é útil? é interessante? É algo que me sinto confortável em postar caso meu chefe ou a minha mãe vejam?

Obviamente, o livro é muito mais do que isso. Mas, essas três coisas são as que mais me atravessaram e que me fizeram refletir sobre como eu estou mostrando meu trabalho, ou melhor, Será que eu estou mostrando meu trabalho?

Super recomento este livro, principalmente se você desejar uma leitura fluida, gostosa e uma injeção de motivação. Leia e corre que ainda dá tempo de colocar as ideias em prática em 2018!

Checklist de fevereiro

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Gente, 2018 já começou sem delongas. Mal escrevemos nossos objetivos e ele já atropelou a gente e chegamos em fevereiro sem nem conseguir anotar a placa!

O mês que passou foi bem proveitoso. Foi um período para definir o que eu quero desse ano, as coisas que preciso fazer e traçar as metas para perseguir meus objetivos. Então, bora para meu checklist de fevereiro:

  • Reler minhas metas 2018 e ver o que andou ou o que preciso fazer para fazê-las andar;
  • Consolidar minha rotina de estudos para concurso;
  • Fazer todos os trabalhos pendentes do Teatro;
  • Separar as roupas para vender/doar/consertar;
  • Ver como o feriado do carnaval será aproveitado;
  • Fazer todos os exames pendentes e marcar médicos;
  • Planejar minha alimentação de fevereiro;
  • Organizar a papelada;
  • Organizar os armários da cozinha;
  • Escolher três pastas para reorganizar.
  • Terminar de ler os dois livros em andamento (falarei deles depois aqui no blog).

Acho que para esse mês é só isso! Quais as metas de vocês para este mês?

#2- Meu 1º intercâmbio: como escolhi agência e a cidade.

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Como falei no primeiro post sobre intercâmbio, eu tinha vontade de fazer intercâmbio desde a adolescência. Inicialmente, como a maioria das pessoas, eu queria fazer meu curso  em alguma cidade dos Estados Unidos e não pensava muito em explorar outros lugares. Foi somente anos mais tarde, quando fui realmente fazer o meu primeiro orçamento sobre intercâmbio, que eu comecei a pensar em outras possibilidades.

Na época, eu lia muitos blogs de moda e comportamento e um deles foi o Depois dos Quinze, da Bruna Vieira. Ela falava bastante de viagens e tal e foi através dela que conheci a CI, que foi a agência de intercâmbio que utilizei.

Meu primeiro contato com a CI foi através de e-mail, solicitando orçamento de intercâmbio para três lugares: Nova Iorque (EUA), Dublin (Irlanda) e Londres (Inglaterra). Essa primeira pesquisa foi feita no comecinho de 2015, e o orçamento deu, respectivamente, R$10.406, R$6.714 e R$11.950. Nem passou pela minha cabeça a possibilidade de ir para o Canadá. Mas enfim, como eu trabalhava, era impossível fazer qualquer coisa em cima da hora e eu também precisaria me programar para fazer essa viagem. Acabei deixando para outra ocasião.

No final de 2016 eu fui demitida do meu trabalho e agora, com tempo e dinheiro disponível, decidi retomar meu sonho e começar a pensar realmente no meu intercâmbio. Comecei a pesquisar novamente sobre os lugares, a pegar informações com pessoas que já tiveram a experiência, conversei com uma amiga que tinha ficado uns meses lá no Canadá, a ver vários vídeos no Youtube… Acabou que os EUA ficaram fora das minhas possibilidades porque era o destino mais caro de todos e eu comecei a me focar somente no Canadá. Mas, e agora: qual cidade?

Como meus planos era ficar somente um mês, eu pensei em ficar em uma cidade grande, que me proporcionasse uma gama maior de possibilidades de experiências. Por isso, fiquei entre Toronto e Vancouver. Acabei estudando bastante sobre as duas cidades, e podemos dizer que Vancouver é tipo um Rio de Janeiro. Ela é bastante interessante para aqueles que gostam de cidade, natureza e esportes, já que tem muita coisa legal para fazer ao ar livre. Já Toronto é tipo uma São Paulo. Como é a maior cidade do Canadá, ela possui tudo o que uma grande cidade oferece: grandes lojas, opções de restaurantes, muitas exposições de arte, vários pontos turísticos… Somando isso ao preço da passagem bem mais barata (Vancouver é mais longe, logo a passagem é mais cara), eu decidi me enveredar por Toronto. E foi assim que escolhi a cidade.

Então, lá para abril do ano passado, resolvi ir ao Rio de Janeiro, no escritório da CI. Eu não queria fazer tudo por e-mail e como era a minha primeira viagem internacional, queria me sentir mais segura. Fui na CI do Centro da cidade e fui atendida pela Marcelly. Se eu tinha dúvidas sobre viajar, essa moça as levou para longe. Ela me atendeu tão bem e me explicou tudo tão detalhadamente que saí de lá querendo viajar para todas as cidades do mundo. rsrs

Nessa visita, ela me falou um pouco sobre a empresa, sobre como era o intercâmbio, sobre o que esperar dele e até me disse que existia a possibilidade de eu não gostar e não conseguir me adaptar à família e até me decepcionar com a viagem. 

Saí da Agência com o orçamento e falando que iria ligar se realmente eu quisesse viajar. Mas, na verdade eu já tinha decidido. Só precisava organizar a minha vida. Liguei para a Marcelly dois dias depois.

No próximo post, irei falar sobre os primeiros procedimentos que eu tive que fazer para realizar a viagem.

O que é um roadmap e por que fazê-lo

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Ano passado eu comecei a me aventurar pelo bullet journal e entre as minhas pesquisas de ideias, encontrei o Roadmap (vide foto). Esse recurso nada mais é que desenhar uma estrada, distribuir ao longo dela os meses do ano e anotar toda vez que acontecer algo muito legal em sua vida.

Pode parecer bobo, mas à medida que a gente vai registrando os acontecimentos, vai dando mais motivação para seguir os objetivos. Além disso, é uma forma de mostrar para nós mesmos o quanto realizamos ao longo de um ano.

Foi muito gostoso sentar no final do ano e olhar para tudo o que aconteceu durante 2017 e o quanto consegui realizar mesmo em um ano difícil para mim.

Eu gostei tanto da experiência que já desenhei meu roadmap de 2018. Espero realizar bastante coisa de novo! Tentem fazer um também! Não é preciso ser expert em desenho (o meu está bem tortinho), o importante é registrar os bons momentos e até os que não foram tão bons, mas que trouxeram aprendizagem e evolução.

Quem aí já fez algo parecido?

#1- Meu 1º intercâmbio: Canadá

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Em 2017 eu realizei um dos meus maiores sonhos da vida, que era fazer um intercâmbio. Eu coloquei essa ideia na cabeça desde o ensino médio, quando quatro intercambistas começaram a estudar na minha escola, eram um finlandês, uma japonesa, uma australiana e uma americana. A americana, Corin, ficou na minha sala. E eu lembro que  achei um máximo aquela experiência, e desde então, coloquei na minha listinha de sonhos, a vontade de estudar fora.

Eu não tenho família abastada, então tinha zero possibilidade de meus pais pagarem um intercâmbio para mim quando eu terminasse os estudos. Portanto, esse sonho ficou guardadinho para quando eu terminasse a faculdade e começasse a trabalhar.

Depois que me formei trabalhei durante 7 anos, e cinco destes no mesmo lugar. Daí, no final de 2016 a crise me pegou e eu fui demitida. E foi então que, depois de fazer um estudo sobre as minhas finanças, vi que estava com as duas coisas essenciais para realizar meu sonho: dinheiro disponível e tempo. Então comecei meu planejamento.

Decidi ir para Toronto no Canadá. Foi a melhor escolha já feita por mim. A experiência de viver em outro país por um mês, sem saber falar a língua direito e estar totalmente sozinha, me fez ter outra visão de mundo e intensificou uma coisa que sempre tive, que é a vontade de conhecer lugares diferentes. Tanto perto da minha cidade, quanto outros países.

Eu fui para o Canadá em junho de 2017, mas foi engraçado que quando eu cheguei lá, eu fiquei tão encantada com tudo, que não tive vontade de blogar, ou de gravar stories ou simplesmente fotografar. Eu queria estar 100% ali, aproveitando cada momento e cada experiência.

Só agora, seis meses depois de tudo (e com muita vontade de voltar), que decidi fazer um registro de tudo o que aconteceu e em como eu me preparei para realizar esse sonho. Eu sei que blogs não possuem tanta visualização e que talvez muitos não vejam meus registros. Mas, eu me sinto muito mais a vontade escrevendo e quero deixar tipo um “manual” de como eu fiz cada coisa para conseguir viajar sem ter problemas, e claro, as lições aprendidas para que eu não cometa erros nas próximas viagens. Fora que ao escrever, eu acabo relembrando os momentos legais e me motiva a me planejar para voltar novamente para lá.

Wishlist: calça clochard

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Fonte: Renner

Vocês já tiveram a experiência de odiar um determinado tipo de coisa e depois de um tempo, começou a cair de amores pela coisa? Eu ando muito nessa vibe. Principalmente com roupas. Estou tento cada vez menos identificação com as peças do meu armário. Acho que a idade está batendo à minha janela mais veemente. 

E com isso, tenho gostado de roupas mais arrumadinhas, com tecidos de melhor qualidade (eu falava que eram roupas de velho! rsrs). E uma peça que entrou na minha wishlist por passear entre a formalidade e a informalidade é a calça clochard. Eu achava esse modelo super esquisito e jamais imaginei que um dia eu poderia querer usar. Pena que estou na fase de contenção de custos e decidi não gastar com coisas que não preciso no momento.

Mas, não é por isso que eu não possa ficar na net procurando referências de looks descolados e arrumadinhos utilizando a clochard. Eu gosto das com cores sóbrias e sem muito volume no quadril (os meus são muito largos), o que dá uma disfarçada.

Olha quanto look “cara de rica” dá para compor com elazinha:

colagem 1

collage 2

O que vocês acham dessa calça? Descolada ou esquisita?