Checklist de fevereiro

FEVEREIRO

Gente, 2018 já começou sem delongas. Mal escrevemos nossos objetivos e ele já atropelou a gente e chegamos em fevereiro sem nem conseguir anotar a placa!

O mês que passou foi bem proveitoso. Foi um período para definir o que eu quero desse ano, as coisas que preciso fazer e traçar as metas para perseguir meus objetivos. Então, bora para meu checklist de fevereiro:

  • Reler minhas metas 2018 e ver o que andou ou o que preciso fazer para fazê-las andar;
  • Consolidar minha rotina de estudos para concurso;
  • Fazer todos os trabalhos pendentes do Teatro;
  • Separar as roupas para vender/doar/consertar;
  • Ver como o feriado do carnaval será aproveitado;
  • Fazer todos os exames pendentes e marcar médicos;
  • Planejar minha alimentação de fevereiro;
  • Organizar a papelada;
  • Organizar os armários da cozinha;
  • Escolher três pastas para reorganizar.
  • Terminar de ler os dois livros em andamento (falarei deles depois aqui no blog).

Acho que para esse mês é só isso! Quais as metas de vocês para este mês?

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#2- Meu 1º intercâmbio: como escolhi agência e a cidade.

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Como falei no primeiro post sobre intercâmbio, eu tinha vontade de fazer intercâmbio desde a adolescência. Inicialmente, como a maioria das pessoas, eu queria fazer meu curso  em alguma cidade dos Estados Unidos e não pensava muito em explorar outros lugares. Foi somente anos mais tarde, quando fui realmente fazer o meu primeiro orçamento sobre intercâmbio, que eu comecei a pensar em outras possibilidades.

Na época, eu lia muitos blogs de moda e comportamento e um deles foi o Depois dos Quinze, da Bruna Vieira. Ela falava bastante de viagens e tal e foi através dela que conheci a CI, que foi a agência de intercâmbio que utilizei.

Meu primeiro contato com a CI foi através de e-mail, solicitando orçamento de intercâmbio para três lugares: Nova Iorque (EUA), Dublin (Irlanda) e Londres (Inglaterra). Essa primeira pesquisa foi feita no comecinho de 2015, e o orçamento deu, respectivamente, R$10.406, R$6.714 e R$11.950. Nem passou pela minha cabeça a possibilidade de ir para o Canadá. Mas enfim, como eu trabalhava, era impossível fazer qualquer coisa em cima da hora e eu também precisaria me programar para fazer essa viagem. Acabei deixando para outra ocasião.

No final de 2016 eu fui demitida do meu trabalho e agora, com tempo e dinheiro disponível, decidi retomar meu sonho e começar a pensar realmente no meu intercâmbio. Comecei a pesquisar novamente sobre os lugares, a pegar informações com pessoas que já tiveram a experiência, conversei com uma amiga que tinha ficado uns meses lá no Canadá, a ver vários vídeos no Youtube… Acabou que os EUA ficaram fora das minhas possibilidades porque era o destino mais caro de todos e eu comecei a me focar somente no Canadá. Mas, e agora: qual cidade?

Como meus planos era ficar somente um mês, eu pensei em ficar em uma cidade grande, que me proporcionasse uma gama maior de possibilidades de experiências. Por isso, fiquei entre Toronto e Vancouver. Acabei estudando bastante sobre as duas cidades, e podemos dizer que Vancouver é tipo um Rio de Janeiro. Ela é bastante interessante para aqueles que gostam de cidade, natureza e esportes, já que tem muita coisa legal para fazer ao ar livre. Já Toronto é tipo uma São Paulo. Como é a maior cidade do Canadá, ela possui tudo o que uma grande cidade oferece: grandes lojas, opções de restaurantes, muitas exposições de arte, vários pontos turísticos… Somando isso ao preço da passagem bem mais barata (Vancouver é mais longe, logo a passagem é mais cara), eu decidi me enveredar por Toronto. E foi assim que escolhi a cidade.

Então, lá para abril do ano passado, resolvi ir ao Rio de Janeiro, no escritório da CI. Eu não queria fazer tudo por e-mail e como era a minha primeira viagem internacional, queria me sentir mais segura. Fui na CI do Centro da cidade e fui atendida pela Marcelly. Se eu tinha dúvidas sobre viajar, essa moça as levou para longe. Ela me atendeu tão bem e me explicou tudo tão detalhadamente que saí de lá querendo viajar para todas as cidades do mundo. rsrs

Nessa visita, ela me falou um pouco sobre a empresa, sobre como era o intercâmbio, sobre o que esperar dele e até me disse que existia a possibilidade de eu não gostar e não conseguir me adaptar à família e até me decepcionar com a viagem. 

Saí da Agência com o orçamento e falando que iria ligar se realmente eu quisesse viajar. Mas, na verdade eu já tinha decidido. Só precisava organizar a minha vida. Liguei para a Marcelly dois dias depois.

No próximo post, irei falar sobre os primeiros procedimentos que eu tive que fazer para realizar a viagem.

O que é um roadmap e por que fazê-lo

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Ano passado eu comecei a me aventurar pelo bullet journal e entre as minhas pesquisas de ideias, encontrei o Roadmap (vide foto). Esse recurso nada mais é que desenhar uma estrada, distribuir ao longo dela os meses do ano e anotar toda vez que acontecer algo muito legal em sua vida.

Pode parecer bobo, mas à medida que a gente vai registrando os acontecimentos, vai dando mais motivação para seguir os objetivos. Além disso, é uma forma de mostrar para nós mesmos o quanto realizamos ao longo de um ano.

Foi muito gostoso sentar no final do ano e olhar para tudo o que aconteceu durante 2017 e o quanto consegui realizar mesmo em um ano difícil para mim.

Eu gostei tanto da experiência que já desenhei meu roadmap de 2018. Espero realizar bastante coisa de novo! Tentem fazer um também! Não é preciso ser expert em desenho (o meu está bem tortinho), o importante é registrar os bons momentos e até os que não foram tão bons, mas que trouxeram aprendizagem e evolução.

Quem aí já fez algo parecido?

#1- Meu 1º intercâmbio: Canadá

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Em 2017 eu realizei um dos meus maiores sonhos da vida, que era fazer um intercâmbio. Eu coloquei essa ideia na cabeça desde o ensino médio, quando quatro intercambistas começaram a estudar na minha escola, eram um finlandês, uma japonesa, uma australiana e uma americana. A americana, Corin, ficou na minha sala. E eu lembro que  achei um máximo aquela experiência, e desde então, coloquei na minha listinha de sonhos, a vontade de estudar fora.

Eu não tenho família abastada, então tinha zero possibilidade de meus pais pagarem um intercâmbio para mim quando eu terminasse os estudos. Portanto, esse sonho ficou guardadinho para quando eu terminasse a faculdade e começasse a trabalhar.

Depois que me formei trabalhei durante 7 anos, e cinco destes no mesmo lugar. Daí, no final de 2016 a crise me pegou e eu fui demitida. E foi então que, depois de fazer um estudo sobre as minhas finanças, vi que estava com as duas coisas essenciais para realizar meu sonho: dinheiro disponível e tempo. Então comecei meu planejamento.

Decidi ir para Toronto no Canadá. Foi a melhor escolha já feita por mim. A experiência de viver em outro país por um mês, sem saber falar a língua direito e estar totalmente sozinha, me fez ter outra visão de mundo e intensificou uma coisa que sempre tive, que é a vontade de conhecer lugares diferentes. Tanto perto da minha cidade, quanto outros países.

Eu fui para o Canadá em junho de 2017, mas foi engraçado que quando eu cheguei lá, eu fiquei tão encantada com tudo, que não tive vontade de blogar, ou de gravar stories ou simplesmente fotografar. Eu queria estar 100% ali, aproveitando cada momento e cada experiência.

Só agora, seis meses depois de tudo (e com muita vontade de voltar), que decidi fazer um registro de tudo o que aconteceu e em como eu me preparei para realizar esse sonho. Eu sei que blogs não possuem tanta visualização e que talvez muitos não vejam meus registros. Mas, eu me sinto muito mais a vontade escrevendo e quero deixar tipo um “manual” de como eu fiz cada coisa para conseguir viajar sem ter problemas, e claro, as lições aprendidas para que eu não cometa erros nas próximas viagens. Fora que ao escrever, eu acabo relembrando os momentos legais e me motiva a me planejar para voltar novamente para lá.

Wishlist: calça clochard

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Fonte: Renner

Vocês já tiveram a experiência de odiar um determinado tipo de coisa e depois de um tempo, começou a cair de amores pela coisa? Eu ando muito nessa vibe. Principalmente com roupas. Estou tento cada vez menos identificação com as peças do meu armário. Acho que a idade está batendo à minha janela mais veemente. 

E com isso, tenho gostado de roupas mais arrumadinhas, com tecidos de melhor qualidade (eu falava que eram roupas de velho! rsrs). E uma peça que entrou na minha wishlist por passear entre a formalidade e a informalidade é a calça clochard. Eu achava esse modelo super esquisito e jamais imaginei que um dia eu poderia querer usar. Pena que estou na fase de contenção de custos e decidi não gastar com coisas que não preciso no momento.

Mas, não é por isso que eu não possa ficar na net procurando referências de looks descolados e arrumadinhos utilizando a clochard. Eu gosto das com cores sóbrias e sem muito volume no quadril (os meus são muito largos), o que dá uma disfarçada.

Olha quanto look “cara de rica” dá para compor com elazinha:

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collage 2

O que vocês acham dessa calça? Descolada ou esquisita?

Sobre tirar a responsabilidade do ano novo.

Estamos oficialmente em 2018. O primeiro dia do ano normalmente é um dia que eu gosto muito porque é a prova concreta que as festas de fim de ano se foram e a necessidade de se mostrar feliz e otimista também. E isso é a primeira coisa boa do ano!

Mas, vamos lá. A gente sempre espera alguma coisa do ano novo. Mas, será que o ano  novo não está esperando coisas da gente também? As mensagens que recebemos sempre trazem frases do tipo: “que 2018 traga amor, felicidade, realizações e saúde“. Imagina que louco se a gente tirar, só por um ciclo, a responsabilidade de ter que trazer coisas dos ombros do ano novo e colocar nos nossos? Será que muda alguma coisa? Será que ele não está cansado de ter que trazer tanta coisa para tanta gente? 

Eu parei para pensar nisso porque euzinha deixei nos ombros de 2017 a responsabilidade de realizar inúmeras coisas. Ele até tentou e fez várias coisas legais por mim, mas tantas outras ficaram perdidas pelo caminho. E eu não fiz nada para tentar resgatá-las. Coloquei culpa na crise, na violência, no Temer…

Por isso, decidi dar um descanso ao ano novo e puxar para mim a responsabilidade de trazer a saúde, o emprego, a felicidade e o que mais eu quiser. Eu entendo que é muito mais confortável jogar a batata quente na mão do outro. Mas dizem que é no desconforto que  a gente descobre o quanto podemos ser mais. Vou ali cozinhar as batatas.

Término do desafio 101 coisas

Eis que chegou ao fim mais um projeto 101 coisas em 1001 dias (iniciado em 01/04/2015 e término em 27/12/2017). Acho que é a terceira vez que faço esse projeto e logicamente, sempre fracasso, não executando 50% do prometido na lista. O mais interessante desse projeto não é cumprir os itens da lista, mas refletir sobre as nossas decisões, sobre o quanto somos procrastinadores e sobre o quanto ruins somos em traçar objetivos.

A cada versão das 101 coisas, eu aprendo algo. E revendo todos os itens da minha lista, eu aprendi que objetivos muito grandes ao mesmo tempo resultam em zero porcento de aproveitamento. É o vulgo, querer fazer tudo e acabar não fazendo nada. Mas, Morena… isso é óbvio, né? Será que é tão óbvio assim? Será que você aí não está buscando objetivos demais na vida e não dando conta? Será que é por isso que entramos e saímos dos anos com o sentimento de “não fiz nada esse ano”?

Mas enfim, vamos ao meu balanço do projeto! Eu dividi a lista em 12 partes: Saúde & Beleza ♥  Carreira & Estudo ♥  Aquisições ♥ viagens  ♥ Pessoal ♥  Família ♥ Cozinha ♥  Casa ♥ Arte & Cultura ♥ Vida Online ♥  Projetos ♥ Outros. 

  1. Saúde E Beleza (5/10)50% das metas cumpridas. Poderia ser melhor, mas as principais coisas foram realizadas, como tirar os sisos, fazer check-up e atualizar minha carteira de vacinação.
  2. Carreira e estudo (2/12)17% das metas cumpridas. Acho que foi o pior de todos! Nada do que eu me propus a fazer, eu realmente fiz. E as duas que fiz, foram meia boca.
  3. Aquisições (4/8)50% das metas cumpridas. Me desinteressei por algumas coisas, mudei os planos em outras. Mas, não me arrependi das coisas que comprei!
  4. Viagens (3/6)50% das metas cumpridas. Foi nesse item que percebi que colocar muitos objetivos grandes não resultam em nada. Mas, consegui conhecer alguns lugares que planejei e o melhor: fui para o Canadá!!
  5. Pessoal (9/12)75% das metas cumpridas. Opa! Esse foi muito bom! Cumpri quase tudo.
  6. Família (0/3)0% das metas cumpridas. Apenas não tenho o que falar. Fiasco totaaal.
  7. Cozinha (1/5)20% das metas cumpridas. Foi por pura procrastinação. Falta de vergonha na cara mesmo. tsc tsc tsc.
  8. Casa (2/5) – 40% das metas cumpridas. Muitas coisas dependem de dinheiro e não são prioridades. Daí, miaram.
  9. Arte & Cultura (5/14) – 36% das metas cumpridas. Muitas coisas aleatórias e procrastinação mesmo. Algumas não eram reais interesses.
  10. Vida online (2/4) – 50% das metas cumpridas. As únicas metas não cumpridas foram as do blog.
  11. Projetos (3/9) – 33% das metas cumpridas. Eram coisas bobas, mas que foi indo, foi indo… iu!
  12. Outros (6/13) – 46% das metas cumpridas. Triste resultado também.

Resultado geral: (42/101) – 41,6% dos itens cumpridos. 

Mais um fiasco e isso quer dizer o que???? QUE VOU FAZER DE NOVO! Rsrsrsrs. E para variar, vou colocar a lista aqui no blog e continuar tentando cumprir o máximo que puder. 🙂